Por Levi Costa
É no campo religioso que se tem mais acentuadamente essa discussão em relação a uma alma e/ou espírito no ser humano, isso porque é na religião que se encontram respostas tidas como revelação divina concernente a origem da vida como um projeto de Deus. Religiosidade à parte, podemos raciocinar e discutir outras possibilidades, como, por exemplo, no caso da centelha divina ou ainda, segundo a física quântica, a partícula subatômica ou partícula quântica, não como resposta exata, mas como uma possibilidade...
- Continua...
Alguns definem esse software, que é a mente, como sendo a alma ou espírito, outros o veem como sendo a centelha divina, ainda outros o denominam, segundo a física quântica, de partícula subatômica, ou partícula quântica. Em qualquer desses casos, é consenso, especialmente do ponto de vista quântico, tratar-se de uma essência eterna que nunca deixará de ser e, portanto, nunca deixará de existir. No caso da centelha divina, ou da partícula subatômica, a questão é se ela se faz presente no ser, por exemplo, no exato momento da concepção.
Particularmente, eu adoto o ponto de vista quântico em relação à nossa mente, a saber, que a mente é uma partícula subatômica que é constituída de pura energia, e esta partícula subatômica nunca deixará de ser em sua essência, ela realmente nunca deixará de existir. Nesse caso, essa partícula ou centelha, tipo um software, é instalada no ato da concepção que, a partir de então, passa a ser o nosso verdadeiro "eu" habitando um corpo físico provisório, porém, único e exclusivo, para cada ser humano concebido.
Assim, eu vejo o ser humano com um hardware e um software à semelhança de um computador, onde o hardware é o cérebro, a parte física palpável, e a mente é o software, a parte lógica, não palpável. Contudo, sem esse software que é a mente/consciência não seríamos nada, a pesar do hardware que é o cérebro. Portanto, o mesmo se dá com um computador, que embora tenha um HD, uma Memória Ram e um processador, contudo, sem nenhum software instalado, ou seja, sem programas instalados, como no caso da mente/consciente no ser humano, seria esse computador sem uso prático e sem utilidade.
Para concluir, faço uso das palavras do grande gênio Nicolas Tesla, que disse: "Meu cérebro é apenas um receptor. Existe no Universo uma fonte, de onde obtemos conhecimento, força, inspiração..."
Alguns definem esse software, que é a mente, como sendo a alma ou espírito, outros o veem como sendo a centelha divina, ainda outros o denominam, segundo a física quântica, de partícula subatômica, ou partícula quântica. Em qualquer desses casos, é consenso, especialmente do ponto de vista quântico, tratar-se de uma essência eterna que nunca deixará de ser e, portanto, nunca deixará de existir. No caso da centelha divina, ou da partícula subatômica, a questão é se ela se faz presente no ser, por exemplo, no exato momento da concepção.
Particularmente, eu adoto o ponto de vista quântico em relação à nossa mente, a saber, que a mente é uma partícula subatômica que é constituída de pura energia, e esta partícula subatômica nunca deixará de ser em sua essência, ela realmente nunca deixará de existir. Nesse caso, essa partícula ou centelha, tipo um software, é instalada no ato da concepção que, a partir de então, passa a ser o nosso verdadeiro "eu" habitando um corpo físico provisório, porém, único e exclusivo, para cada ser humano concebido.
Assim, eu vejo o ser humano com um hardware e um software à semelhança de um computador, onde o hardware é o cérebro, a parte física palpável, e a mente é o software, a parte lógica, não palpável. Contudo, sem esse software que é a mente/consciência não seríamos nada, a pesar do hardware que é o cérebro. Portanto, o mesmo se dá com um computador, que embora tenha um HD, uma Memória Ram e um processador, contudo, sem nenhum software instalado, ou seja, sem programas instalados, como no caso da mente/consciente no ser humano, seria esse computador sem uso prático e sem utilidade.
Para concluir, faço uso das palavras do grande gênio Nicolas Tesla, que disse: "Meu cérebro é apenas um receptor. Existe no Universo uma fonte, de onde obtemos conhecimento, força, inspiração..."

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